"Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal." (Maquiavel).

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

TV Verdes Mares contrata pesquisa para Sobral




A Televisão Verdes Mares já contratou o Ibope – Inteligência Pesquisa e Consultoria uma pesquisa para intenção de votos entre os eleitorados sobralenses. 504 pessoas deverão ser entrevistadas e a divulgação da pesquisa poderá acontecer no Jornal da TV, na noite de sexta-feira, às 19h10, conforme reserva técnica para divulgação.

A pesquisa entre os sobralenses está sendo realizada e teve início no último dia 20. A pesquisa trará a intenção de votos em todos os cenários para prefeito. Quatro candidatos disputam o cargo. Moses (PMDB,) Ivo (PDT), Dr. Guimarães (PSDB) e Edmilson Moreira (Psol).

Para a realização da pesquisa, utiliza-se uma equipe de entrevistadores e supervisores contratados pelo IBOPE INTELIGÊNCIA PESQUISA E CONSULTORIA LTDA. devidamente treinados para o trabalho. Após os trabalhos de campo, os questionários são submetidos a uma fiscalização de cerca de 20% (vinte por cento) dos questionários aplicados pelos entrevistadores; para verificação das respostas e da adequação dos entrevistados aos parâmetros amostrais.

Uma das perguntas do questionário Se a eleição para prefeito de Sobral fosse hoje e os candidatos fossem estes em quem o (a) sr(a) votaria?

01( ) Dr Guimarães
02( ) Edmilson Moreira
03( ) Ivo Gomes
04( ) Moses Rodrigues
97( ) Ninguém/ Nenhum/ Branco/ Nulo
98( ) Não sabe
99( ) Não respondeu 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O Blog Wilson Gomes voltará a destacar municípios da região Norte



A partir de setembro o Blog Wilson Gomes, voltará a destacar notícias de outras cidades da região Norte do Estado do Ceará. Os municípios no entorno de Sobral; Alcântaras, Meruoca, Massapê, Santana do Acaraú, Miraíma, Irauçuba, Forquilha, Santa Quitéria, Cariré, Groaíras, Mucambo e Coreaú, terão destaque nesse novo projeto do Blog Wilson Gomes.


Alunos agradecem Moses por transporte escolar em evento "Padrinhos da APAE"

Na manhã desta terça-feira (23) os candidatos à prefeitura de Sobral, Moses Rodrigues (PMDB) e Sidcley Tavares (SD) visitaram a sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Sobral (APAE). Na ocasião, foi celebrado o dia dos "Padrinhos da APAE"  e centenas de crianças puderam receber o carinho dos visitantes. O evento faz parte das atividades da XXV Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla.
O apadrinhamento de crianças é uma ação promovida pela APAE, onde pessoas da sociedade civil podem contribuir de alguma forma efetiva com os trabalhos realizados pela associação. O programa de apadrinhamento é aberto a toda população, instituições governamentais e empresas privadas.
A relação de Moses com a APAE já acontece há algum tempo. Enquanto deputado federal, Moses Rodrigues destinou uma Emenda Parlamentar de R$250.000,00 reais para aquisição de um transporte escolar adaptado para a instituição. A ação atendeu a pedido da presidente da associação, Dona Maria da Conceição Sousa Ponte.

Sobral e a política da sujeira



A política ao contrário de uma partida de futebol é um jogo sujo. Sujo pelas mãos de quem lavaram o dinheiro da lava-jato, ou pelos desvios das verbas que seriam usados para desviar as águas do rio Francisco, ou quem sabe, das falsas notícias sujas de que um dia Sobral teria uma Vila Olímpica que se chamaria Ministro Ciro Gomes. 
A política é mesmo um jogo sujo, mesmo pequeno, como episódio registrado pela irmã desse ex-ministro Ciro Gomes, que veio de outra cidade, para chamar o povo da cidade que sua família escolheu para ‘viver’ na política, de sujos, que após um ato político as ruas não foram varridas, pelo fato dos trabalhadores que fariam a limpeza, terem se tornados personagem de um dos maiores escândalo de sujeira que esta cidade já viu, o da corrupção das cooperativas. 
A política é mesmo um jogo sujo, onde um simples evento não pode acontecer por ser considerado por determinados políticos de um ato sujo, que seria praticado por um grupo político que também deverá no jogo sujo ou do trem da alegria de que; “a trás do trio elétrico, só não vai quem já morreu. Aqui quando não termina em pizza, termina em samba, do crioulo doido!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O que jornalistas aprenderam com seus grandes erros?



Os erros cometidos pela imprensa marcam não só o público, como também as carreiras dos profissionais envolvidos. O jornalista Roberto Gazzi, do Estadão, e o repórter José Roberto Burnier, da TV Globo, falaram sobre as experiências malsucedidas que viveram no exercício da profissão. O tema foi abordado durante o último dia do 11º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, realizado em São Paulo na última semana.
Para os dois profissionais tarimbados, deslizes e dificuldades estão sempre à espreita. Gazzi contou que, em sua trajetória, trabalhou em diversas redações de veículos impressos, onde o erro está sempre presente. O caso mais marcante de sua carreira foi o da Escola Base, exemplo utilizado, inclusive, como referência quando o assunto é responsabilidade da imprensa diante de fatos chocantes.
Em março de 1994, em São Paulo, duas mães denunciaram os donos de uma escola infantil, um motorista do transporte escolar e um casal de pais de um aluno por abuso sexual. A acusação foi aceita pelo delegado e noticiada como furo de reportagem pela TV Globo. A imprensa passou a cobrir o caso em que os protagonistas eram crianças de quatro anos - e o delegado passou do anonimato às manchetes dos jornais.
“Eu e a grande imprensa erramos neste caso. Na época, eu era editor de 'cidades'. Estávamos a uma hora do fechamento, quando soubemos da grave denúncia. A história parecia pouco provável, mas veio de um repórter que tinha credibilidade. A história não foi manchete do caderno, mas soubemos que o inquérito realmente existia e, por isso, publicamos”.
Com 37 anos de carreira, Gazzi aponta que quase toda a imprensa embarcou na história. Após o primeiro momento, o Estadão formou equipe para apurar o caso e deu manchete de entrevista com os acusados. “Pouco depois, todos viram o erro gravíssimo que tinham cometido. Mas já estava feito, e todos os jornais e emissoras foram condenados”, disse.
Burnier se declarou muito à vontade de falar sobre erros, pois – segundo ele – estes estão sempre ao seu lado e são seu guia no exercício do jornalismo. Na época da cobertura do caso da Escola Base, ele atuava como editor-chefe e apresentador do ‘Bom dia SP’, já na TV Globo. No congresso da Abraji, ele afirmou que, desde o primeiro momento em que soube da denúncia, a história lhe causava “frio na espinha”. Para o jornalista, o erro em questão “é uma cicatriz que todos os profissionais carregam”.
Após os erros, grandes lições
Após abordar o grande erro da imprensa com os donos da Escola Base, os jornalistas falaram sobre as lições que aprenderam. Gazzi afirmou que é fundamental, antes de publicar notícia tão chocante, ter esquema melhor de apuração e refletir o máximo possível sobre quais as possíveis consequências da publicação. 
“Também é preciso aproximar a redação do jurídico. Sei que muitos jornalistas fogem disso, mas para falar de um assunto delicado como o noticiado em 1994, é preciso entender a legislação. Outro ponto importante é discutir a pauta com os colegas. Às vezes, um ponto de vista diferente pode salvar o veículo de um erro”, declarou o profissional do Estadão.
Burnier destacou que, apesar de evitar equívocos, os repórteres não devem temer o erro e, quando cometerem algum, admitir. Segundo ele, não adianta focar na busca por uma notícia exclusiva. É preciso, conforme avaliou, apurar muito bem antes de publicar qualquer notícia. “O furo é um êxito na carreira do jornalista. Mas não é o único. Se há uma coisa que atrapalha muito nossa profissão é a ansiedade. Ela não deixa você ver o que está acontecendo na sua frente”.
Para o representante da Globo, o repórter é a principal figura do jornalismo e todo profissional da imprensa tem que agir como tal. Ele acredita que o jornalismo de qualidade é feito com investigação séria e muito bom senso. “É saber que há hora certa para tudo, é olhar para onde ninguém está olhando. É ir passo a passo, aprendendo com que sabe, e nunca paralisar diante do erro. Mas sim, considera-lo estímulo para continuar na profissão”, finalizou Burnier.

Com informações, Portal comunique-se.


Cunhado do Prefeito de Sobral é um dos garis fantasmas



Tudo em família. É assim que se encontra, literalmente, a corrupção na cidade de Sobral. Comandada pelo grupo dos Ferreira Gomes há 20 anos e envolta de diversos escândalos, que carecem de investigações, a atual administração de Veveu Arruda, maior cabo eleitoral de Ivo Gomes, ainda não explicou porque seu cunhado, Pedro Igor Calou da Mota Valença, está presente na lista de Garis Fantasmas da Prefeitura Municipal de Sobral.

O esquema de roubo aos cofres públicos, que envolviam a cooperativa de garis e desviou mais R$ 40 milhões do povo sobralense, tem mais de 1600 funcionários fantasmas, que apenas recebiam seus salários sem prestar serviço algum. Até um cunhado do prefeito de Sobral, Veveu Arruda, conforme documento abaixo, estava presente. Impunes, muitos dos corruptos, incluindo o Veveu, seguem fazendo campanha para eleger o candidato da situação para tentarem manter escondido mais este escândalo com o dinheiro público sobralense.

EM TEMPO:
 Em resposta a matéria, o blog Wilson Gomes recebeu a informação que a pessoa não tem vínculo empregatício com a Prefeitura de Sobral. O nome que aparece na lista já foi justificado ao Ministério Público na época em que apurou a denúncia. Documento emitido aos órgãos competente mostra a veracidade dos fatos.

Com informações, Caio Júnior



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